A Promessa Silenciosa
ISABELA
Na segunda-feira, o cheiro das margaridas frescas foi a primeira coisa que me puxou de volta à realidade. A floricultura parecia mais viva que o normal, as cores mais vibrantes, os aromas mais intensos. Era como se cada pétala, cada folha, percebesse a calma nova que eu carregava no peito. Talvez fosse o toque breve, mas carregado, da mão dele no sábado.
Ou o silêncio denso, cheio de significados, depois que Rita se afastou, deixando um rastro estranho no ar.
Talvez