Na manhã seguinte, fui acordada com um beijo suave nos lábios. — Acorda, querida — Rafael falou enquanto eu lutava com a claridade que invadia o quarto pela janela.
— Que horas são? — perguntei sem abrir os olhos, ainda imersa no sono.
— Ainda muito cedo, são 6 horas — ele respondeu, me puxando pela cintura para mais perto.
— Volte a dormir — eu falei, enquanto me levantava, sentindo a necessidade urgente de ir ao banheiro. Caminhei até lá, e quando voltei para a cama, já tinha perdido o sono.