Jonas desceu mais alguns degraus, mas logo percebeu algo: a escuridão era total.
A cada passo, o breu parecia engoli-lo. Não havia mais nenhuma luz de emergência, nenhum reflexo vindo das janelas dos andares. Era como se o prédio tivesse sido engolido por um vazio absoluto.
Ele parou.
Tentou acionar a lanterna do celular, mas a bateria estava quase morta. Um lampejo breve, depois silêncio eletrônico.
Preciso de luz. Qualquer luz.
Olhou para cima. Ao longe, lá no hall do seu andar, uma fraca cha