Jonas respira fundo e aproxima-se do quadro de Helena Monteverdi.
A moldura, apesar de imponente, parece estar ligeiramente afastada da parede.
Ele toca a borda com cuidado e percebe um clique metálico, como se algo destravasse.
Com esforço, desliza o quadro para o lado, revelando um compartimento escuro embutido na parede.
Lá dentro, uma caixa de madeira com fecho enferrujado repousa sobre uma prateleira coberta de poeira.
Ele a puxa para fora e sente seu peso — não é leve.
Ao abrir, encontra