Jonas apaga rapidamente a vela sobre a mesa, pega o livro e desliza para trás de uma estante alta de madeira carcomida. O som dos passos fica mais claro, como se ecoasse direto pelo piso de vidro sob seus pés.
Ele prende a respiração e mantém os olhos no texto, mesmo que o coração bata como um tambor. A chama da sua lanterna enfraquece, mas ainda ilumina o suficiente para que ele continue a leitura.
As próximas páginas descrevem algo ainda mais perturbador:
“O Palácio é o espelho do mundo. Cada