O grito ecoou por eras esquecidas.
O véu tremeu, não em colapso, mas em renascimento. Aelynn, a primeira banshee, agora liberta de seus próprios grilhões, flutuava diante de Emeraude e Ilyra como uma sombra transmutada em luz. Seus olhos ainda carregavam dor, mas havia paz também — a paz que só se encontra depois de se ouvir e ser ouvida.
— “Obrigada…” — disse Aelynn com uma voz antiga e doce como chuva sobre pedras. — “Por lembrar quem eu era.”
O véu começou a se fechar lentamente, mas não com