O céu estava cinzento quando Emeraude e as outras deixaram a cidade onde o tempo havia parado. Elara caminhava ao lado das novas companheiras com passos calmos, mas seu olhar denunciava as marcas profundas do esquecimento. Seu grito restaurara o fluxo da memória e do tempo, mas não curara todas as feridas. Havia coisas que nem mesmo o tempo devolvido poderia consertar.
— Qual é o próximo destino? — perguntou Nyra, olhando para a Herdeira do Grito.
Emeraude fechou os olhos. As vozes do véu ainda