A noite estava pesada.
As árvores sussurravam nomes antigos. O véu entre os mundos tremulava como uma cortina à beira de se rasgar. Emeraude sentia isso não apenas em sua alma, mas em seus ossos. Algo estava morrendo — não no mundo físico, mas na memória espiritual que ligava todas as banshees. E o nome que ecoava na bruma era um só: Sorelle.
— Ela está na fronteira do esquecimento — murmurou Emeraude, olhando para o céu, onde as estrelas piscavam como olhos assustados. — A saudade está se apag