Mariana foi jogada brutalmente no banco de trás do carro. As portas se fecharam com um baque seco, e o motor rugiu enquanto o carro acelerava pela noite escura. O cheiro forte de perfume barato e couro velho a sufocava. Tentou se mexer, mas seus músculos estavam entorpecidos e a sonolência tomava conta dela.
— Me soltem... — murmurou, a voz fraca e hesitante.
Um dos homens soltou uma risada zombeteira.
— Calma, gatinha. Isso é só o começo.
O cheiro enjoativo fazia seu estômago revirar. Foi e