O amanhecer trouxe pouco alívio. O sol mal tocava as pedras frias da fortaleza quando o monge os reuniu no pátio interno. O silêncio que antecedia o treino era pesado, como se até o vento temesse cruzar aquele espaço.
Elô ainda sentia o corpo enfraquecido pela noite anterior. Seus dedos tremiam, a pele fria. Clara insistira para que ela descansasse, mas o monge fora categórico: “Não há tempo para repouso. A sombra não espera.”
Ele a observava agora, os olhos profundos como se sondassem cada fis