Mundo de ficçãoIniciar sessãoBel sempre acreditou que o amor não existia. Mas tudo muda quando um encontro inesperado a coloca diante de um homem envolto em mistérios, silêncios e um passado que insiste em ser revelado para assombrar o presente. Aos poucos, Bel descobre que o amor pode surgir de formas inesperadas: intenso, protetor, perigoso… e transformador. Entre segredos escondidos, escolhas difíceis e verdades que doem, algo surge como símbolo para solucionar tamanho mistério— bela, frágil e assustadoramente reveladora. Um objeto que guarda respostas, traumas e uma ligação que Bel jamais imaginaria. Seria esse amor um presente do destino ou as consequências de um passado mal resolvido? Em uma história onde romance, mistério e dor caminham lado a lado, Bel precisará decidir até onde está disposta a ir por um sentimento que ela jurou não existir — e descobrir que o amor pode salvar… ou destruir.
Ler maisAntes de organizar novamente esta história, quero esclarecer que os erros ortográficos ocorreram porque eu a escrevi quando tinha apenas 12 anos. Ou seja, já faz bastante tempo!
Como muitas pessoas gostaram e pediram para que eu continuasse a escrever, resolvi atender aos pedidos e continuar a escrevê-lo Primeiro, vou organizar tudo o que já foi postado e, depois, concluir a publicação do restante da história — incluindo o segundo livro. Para quem não sabe, este foi o meu primeiro livro, e eu amei imaginar cada momento dele! Mas o livro oficial da minha história se chama “Sonho de Uma Realidade”, o qual escrevia diariamente. Agora, boa leitura para vocês, pessoal! 💫 ★★★★★★★★★★★★★★★★ Meu nome é Bella Melissa, mas sou mais conhecida como Bel. Tenho 16 anos, sou branquinha, tenho cabelos ruivos e olhos azuis. Moro com minha prima Fernanda, de 17 anos, e com o namorado dela, Luiz, de 20. Vejo meus pais apenas nos finais de semana; ou seja, passo a maior parte do tempo com a minha prima — quer dizer, na escola, que ocupa a maior parte do meu dia. Quero ser médica e estou me esforçando ao máximo para realizar esse sonho. Não penso muito em namorar; para falar a verdade, nunca senti amor por ninguém. Às vezes penso que esse sentimento chamado amor é apenas uma criação da sociedade para deixar as pessoas com medo de ficarem sozinhas! Enfim. Já são 6h50, e estou pronta para ir ao colégio. Desci, peguei uma maçã e, quando estava saindo, escutei os gritos da minha prima. — Bel, me espera, prima! — gritou Nanda. — Vamos, Nanda, já estou atrasada! — respondi. — Como sempre, certinha… querendo ser a mais responsável da turma. — É isso mesmo! Diferente de você, eu me preocupo com o meu futuro. — Tá bom, Bel, entendi. Pronto, agora podemos ir. — Podemos… Ao chegar à escola, já tinham preparado as coisas no auditório. Pois hoje é um dos grandes dias do famoso evento Palestra das Profissões— em especial, de acordo com alguns boatos, quem vai palestrar hoje é um médico. As primeiras aulas foram normais. No intervalo, desci para ajudar no refeitório. Por enquanto, estava trabalhando na escola, pois o dinheiro dos meus pais só dava para comprar o essencial para o dia a dia, além de ser uma boa forma de ocupar o tempo. Luna é minha melhor amiga. Ela também me ajuda no refeitório, embora passe mais tempo com o namorado do que trabalhando. Quando o intervalo acabou, todos estavam se organizando para assistir à palestra. Enquanto isso, eu fiquei limpando o pátio. — Bel, você não vai ver a palestra? — perguntou Luna. — Vou sim, Lu! Só vou terminar de limpar isso e daqui a pouco vou lá. 😄 — Tudo bem, Bel. A gente vai guardar o teu lugar! — Tá bem, Luna, obrigada! 2º Capítulo Coloquei os fones de ouvido e comecei a limpar o pátio, ainda tinha tempo até a hora da palestra. Deixei o balde ao meu lado e continuei limpando, distraída. Quando olhei a hora, percebi que estava atrasada. Fui logo tirando o avental, e corri para o auditório. Na metade do caminho lembrei-me do balde e voltei correndo para pegá-lo. Quando estava retornando, acabei tropeçando em alguém. O impacto acabou me desequilibrando e quando estava prestes a cair no chão, alguém me puxou com firmeza, levando-me a ficar mais perto do seu corpo. Por alguns segundos senti a sua respiração acelerada, no momento em que fiquei de pé, soltei meu braço e me afastei. Pelo jaleco, devia ser o médico. Ele era lindo: cabelos pretos, olhos castanhos… e forte. Ah, fisicamente ele me lembrou aquele ator da série The Vampire Diaries. Humm, tão lindo que parecia sobrenatural! Era o médico, me encarando com o seu olhar fixo, avaliando mentalmente se eu estava bem. — Você está bem? — Ah… ah… tô bem, obrigada! — respondi ofegante, meio sem jeito. — Me perdoa. A culpa foi minha, estava apresado e acabei não a vendo, quase te fiz cair de costas no chão. — Nada não. Já estou acostumada… sou um pouco desastrada — e, pelo visto, agora estou virando invisível também. Ele deu uma risada de canto, o que me deixou com as bochechas em um tom vermelho claro, mostrando o quanto estava envergonhada pela situação. — Então, pelo o que estou vendo está tudo bem com você, melhor eu ir. Quem sabe a gente não se encontra na palestra? — disse, dando uma piscada antes de sair, o que só me deixou ainda mais vermelha.Capítulo 20:Peguei minhas coisas, organizei tudo na mochila e fui ao banheiro. Tomei banho, escovei os dentes, vesti um short e uma blusa folgada, amarrei o cabelo e coloquei uma rasteirinha. Com a mochila nas costas, desci devagar.Fui até a cozinha, peguei algumas frutas e fiz dois sanduíches. Comi um com Nescau e guardei o outro para mais tarde. Percebi que eu não era bem-vinda naquela casa, então deixei um recado pedindo para que ele cuidasse da minha prima por alguns dias e, quando ela estivesse melhor, a levasse para a casa dos meus pais, onde eles cuidariam dela.Ao sair, senti que estava sendo observada, mas não liguei. Continuei andando. Fui até a praia e, no caminho, tive a sensação de que alguém me seguia. Ignorei e apressei os passos, até sentir meu braço sendo puxado, fazendo-me parar.Quando me virei, era o Matteo, apenas de bermuda, com um olhar sério.— Bel, onde você pensa que vai? — perguntou.— Não é da sua conta… — respondi, tentando me soltar, mas ele era mais fo
Capítulo 18:Não pensei duas vezes e subi. Ao passar pelo quarto do Luíz, escutei a voz da Nanda. Ela parecia estar quase perdendo a voz. Fui até o quarto e abri a porta.A Nanda estava péssima. Deitada no próprio vômito, toda suja de sangue. As roupas rasgadas. Suas pupilas pareciam azeitonas, grandes demais, denunciando que já havia usado drogas. O corpo fraco, sem reação. Tudo indicava que algo muito errado tinha acontecido com ela.Na mesma hora, peguei-a nos braços e a levei para o meu quarto. Ela quase não tinha forças. Ao chegar, coloquei-a na cama e fechei a porta.— Nanda, o que aconteceu com você? — perguntei, desesperada.— Cuidado… Bel… o Luíz não é… — ela tentou falar, mas não conseguiu terminar. Desmaiou logo em seguida.Eu não sabia o que fazer. A cabeça girava, o coração parecia sair pela boca. A primeira coisa que me veio à mente foi ligar para o Matteo, mas só dava ocupado. Liguei então para a Lu e pedi que ela e o Carlos viessem me ajudar. Precisávamos tirar a Nanda
Capítulo 16Ele me deixou em casa, nos despedimos com um beijo e entrei. Lu e Nanda estavam na porta; me olharam com um ar de reprovação.Nanda — Você é doida, prima? Você nem conhece o cara direito e já está saindo sem avisar!Eu nem liguei para o que ela estava falando. Continuei andando, fui ao meu quarto, tomei banho e me arrumei. A Lu estava sentada na cama, me observando.Lu — Pelo visto, a tarde foi boa, né?Bel — Foi perfeita, e eu não queria que a Nanda estragasse meu dia brigando comigo!Lu — Ela não gostou do vácuo que você deu nela, mas com certeza vai te perdoar. Hoje eu vou dormir aqui contigo, e você vai me contar tudo, tudo, viu?Bel — É claro que vou contar tudo, mas antes eu vou comer e falar com a Nanda! :DDesci. A Nanda estava sentada no sofá, assistindo TV com o Luiz. Cheguei mais perto deles.Bel — Nanda, me desculpa, mas é porque você estava parecendo o meu pai!Nanda — Confesso que exagerei, mas é porque eu me sinto responsável por ti, prima.Bel — Tudo bem. E
Capítulo 14Matteo — Se quiser, pode ir embora. Não sou o cara certo pra você. Você merece algo melhor, alguém que não te faça sofrer.Ele me deu um papel e saiu andando. Não pensei duas vezes: fui atrás dele e o beijei. Um beijo em que o medo de perdê-lo se misturava com o desejo de tê-lo em meus braços. Paramos por um momento e nos olhamos.Bel — Matteo, você foi o cara que misturou meus sentimentos! Você foi o cara que me deu coragem pra viver aventuras e correr riscos. Você me fez descobrir o verdadeiro sentido do amor. E quando eu não estou perto de você, sinto que falta algo dentro de mim. Você me fez mais feliz, tem um efeito tão grande em mim que, mesmo brava, eu não consigo demonstrar pra você!— E VOCÊ AINDA ACHA QUE EU VOU TE DEIXAR SÓ PORQUE VOCÊ TEM MEDO DE ME FAZER SOFRER? E SE EU QUISER SOFRER POR VOCÊ, A ESCOLHA É MINHA! EU QUERO SER SUA, E NÃO ME IMPORTA O QUE EU VOU TER QUE PASSAR. EU VOU CONTINUAR SUA, SOMENTE SUA!Ele nem me deixou lembra terminar. Me beijou, fazen
Capítulo 12Acordei com o alarme do celular. Quando olhei ao meu redor, estava no meu quarto, e nenhum sinal do Matteo. Será que foi um sonho? Parecia tão real… :/Fui tomar banho; depois, peguei uns livros, botei na mochila, vesti a farda, prendi o cabelo, passei um pó e um batom. Desci, peguei um copo de suco e uma bolacha, comi rapidamente e percebi que havia um recado na geladeira. Era do Matteo:“Desculpa, Bel. Espero que tenha dormido bem. Tive que sair bem cedinho, recebi uma mensagem importante e provavelmente não te verei tão cedo. Mas, até lá, quero te levar para um canto.Ass.: MatteoObs.: esteja pronta às 15:00 hrs.Bjs.”O recado me deixou tão abalada que mal consegui prestar atenção na aula.Ao sair do colégio, fui pra casa, joguei a bolsa no quarto, tomei banho rapidamente, botei um shortinho e uma blusinha solta. Soltei o cabelo e fiz uma maquiagem leve. Matteo chegou às 15:00 hrs em ponto.Ele abriu a porta do carro pra mim; estava super-romântico. Percebi que havia
Capítulo 10Já eram 22h, e ele ainda não tinha chegado. A Lu foi pra casa, e eu continuei esperando.Quando deu 22h30 e nada de ele aparecer, resolvi conversar com a Nanda.Bel – Nanda, o que foi com você?Nanda – Nada não, Bel. E você, tá esperando alguém?Bel – Tava... infelizmente a pessoa me deu um bolo :/Nanda – Aff! Ei, Bel, hoje vou dormir na casa da irmã do Luiz. Você vai ficar bem?Bel – Sim, vou ficar bem. Mas o que aconteceu com o Luiz?Nanda – Ele tá bem. É que a irmã dele tá doente, e eu vou ficar com ele lá pra cuidar dela.Bel – Tá bem. Quando for, me avisa!Nanda – Só vim pegar umas coisas e já vou.Bel – Ah, Nanda... então boa noite, e melhoras pra ela!Nanda – Eu digo a ela. Tchau, prima!Quando a Nanda saiu, já era 23h30. Quer saber? Ele me deu um bolo mesmo.Tomei banho, tirei a maquiagem preta, guardei o vestido e o sapato.Coloquei minha blusa de frio colorida, vesti um shortinho de pijama, calcei as sandálias e desci pra comer.Fiz um sanduíche e comi com o ref





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