O silêncio que tomou conta da casa depois da batalha era pesado, quase sufocante. O chão estava coberto de sangue e destroços, o cheiro metálico impregnado no ar. Miguel havia carregado Elô até um quarto improvisado, deitando-a sobre um colchão gasto, enquanto Clara tentava limpar os cortes de seu corpo.
Elô estava imóvel, a respiração fraca, o suor frio escorrendo pela testa. Mas, por dentro, o caos continuava.
Na mente dela, não havia descanso. Apenas ecos.
“Você pertence a nós...”
“Sem nós,