Mundo ficciónIniciar sesiónLilibet: a coletiva e a caça
A campainha não parava. Às vezes era a campainha; às vezes, era o meu coração.Eu segurava o copo d’água com as duas mãos para não deixar cair. As notificações atropelavam umas às outras no celular — mensagens de desconhecidos, ameaças veladas, curiosidade cruel. Quando finalmente abri a porta da sala, o telefone fixo tocou como se risse de mim: um riso antigo, de outro século, mas que sabe onde dói.— Eu não entreguei essa agenda. — fa






