O silêncio no quarto do hotel era pesado, quase sufocante. Camila encarava o envelope lacrado sobre a mesa de centro, suas mãos tremendo com a mistura de medo e esperança. As palavras do diário ecoavam na sua mente: “Se algo acontecer comigo, vá até o banco de Zurique. Conta nº 421-BL-9. Lá está a chave do legado que tentaram enterrar.”
Ela sabia que aquela chave não era só um objeto, mas a porta para um passado que parecia querer devorá-la viva.
Leonardo a observava do sofá, seu rosto marcado