Camila deixou o castelo com a caixa preta contra o peito e a alma em conflito. O céu em Zurique estava nublado, quase ameaçando tempestade, como se refletisse o estado de espírito dela. No carro que a aguardava na entrada da propriedade, ela pediu ao motorista que a levasse ao centro da cidade, sem pensar duas vezes.
Precisava de ar. Precisava de distância. Precisava de Leonardo.
Mas enquanto as ruas suíças passavam diante de seus olhos como um borrão de concreto, neve e silêncio, tudo o que el