O silêncio depois que Ravena foi embora parecia maior do que a própria noite. Não havia vento, não havia som de insetos. Só o eco do choro de Isabella preso dentro daquela casa.
Eu a carreguei no colo até o sofá. Ela não reagiu. O rosto estava úmido, sujo de terra e lágrimas. Por um instante, tive medo de que ela tivesse perdido a criança — mas a respiração trêmula e a mão apertada sobre a barriga me diziam que o bebê ainda estava ali, lutando.
Eu me ajoelhei diante dela, tentando encontrar seu