A lei do Retorno.
A manhã chegou cinzenta, do tipo que parecia pesar nos ombros. Eu não tinha dormido. Quando o relógio passou das seis, fui para a cozinha e comecei a preparar café apenas para ter algo que me ocupasse as mãos. Isabella ainda dormia no quarto, exausta demais para sonhar. Eu não podia me dar esse luxo.
O telefone vibrou sobre a mesa. Marcelo. Respirei fundo antes de atender.
— Já está decidido, não é? — ele disse, sem sequer um bom-dia.
— Está — confirmei.
— Vai matá-lo?
— Eu ainda não sei. — Pas