A ausência de Clara deixava um silêncio quase sólido no apartamento. As lembranças do que houve na cabana me perseguiam como espectros. Isabella, agora consciente, estava sob vigilância médica reforçada, mas sua mente parecia tão quebrada quanto o corpo. Eu não conseguia tocá-la. Não conseguia sequer pronunciar seu nome sem me sentir um criminoso.
Marcelo permaneceu no Brasil. Seus olhos me observavam com uma mistura de cautela e pesar. Era como se soubesse que eu estava por um fio. E ele estav