Já era final de tarde quando Elisa subiu no carro de Dudu para voltarem para casa. O cheiro dele — que impregnava o carro — a envolveu, e ela teve que se segurar para não fechar os olhos e se perder naquela sensação.
"Então... vamos trabalhar juntos, hein?" Dudu quebrou o silêncio, os dedos batendo levemente no volante. O tom era leve, mas Elisa podia perceber a tensão por trás daquela pergunta.
"É mais 'assistente pessoal e piloto'." Elisa sorriu, tentando aliviar o clima. "Não vou me envolver