O despertador tocou às seis da manhã, mas Elisa já estava acordada há quase meia hora, encarando o teto. Seu primeiro dia como assistente de uma cafetina digital. A frase ainda soava absurda na sua mente, mesmo depois de tudo o que havia experimentado no dia anterior.
Vestiu-se com calma. Nada de exageros — jeans escuro, camisa leve, maquiagem discreta. O batom vermelho que quase escolheu ficou sobre a pia, recusado na última hora, junto com a fantasia de que aquilo era um encontro. Não era. E