O escritório estava mais movimentado do que Elisa imaginava que seria. Jovens entrando e saindo com mochilas nas costas, copos de café nas mãos, e um ar de informalidade que beirava o caos — mas que, de alguma forma, funcionava.
Beatriz, como sempre, estava impecável. Vestia um terninho claro, quase branco, contrastando com o batom vinho escuro que fazia sua presença ser imediatamente percebida.
Ao lado dela, Elisa se sentia discreta demais, quase invisível. Mas, naquele momento, isso era até