Entre Sombras e Luz
O vento da manhã carregava o cheiro fresco das folhas molhadas pelo orvalho.
O sítio parecia respirar conosco, e cada canto da casa trazia a lembrança do que havíamos reconstruído.
Brenda corria pelo corredor com suas pequenas botas de borracha, espalhando risadas que preenchiam os espaços antes silenciosos.
Clara observava de perto, os olhos brilhando com aquela mistura de afeto, ternura e desejo silencioso que sempre nos conectava.
— Papai! Gritou Brenda, segurando um