Ventos de Aproximação e Resistência.
O dia amanheceu nublado, com nuvens cinzentas cobrindo o céu e uma leve garoa batendo nas folhas da horta.
Brenda já havia levantado, trajando seu pijama azul claro, os cabelos levemente despenteados.
A menina entrou na cozinha com passos silenciosos, o olhar curioso sobre o movimento da manhã.
— Bom dia, papai! Disse ela, aproximando-se da mesa, onde eu revisava o último capítulo do novo livro.
— Bom dia, princesa. Respondi, sorrindo e passando a mão pelos cabelos dela
— Dormiu bem?
— Sim! Sonhei com um tricerátopo que falava comigo.
— Ela riu, e a risada preenchia o ambiente, leve e pura.
— Ele disse que você ia escrever algo novo hoje.
Sorri, sentindo novamente o calor de responsabilidade e inspiração que só a presença de Brenda conseguia me trazer.
Clara entrou logo depois, com o cabelo ainda úmido da ducha matinal, vestindo um suéter confortável e calças jeans.
Seu olhar encontrou o meu, e um sorriso sutil passou por seus lábios, carre