Escolhas e Compromissos
O sol despontava timidamente entre nuvens dispersas, iluminando o quintal com uma luz dourada e tênue.
A brisa leve balançava os galhos das árvores e fazia os girassóis recém-plantados ondularem suavemente, como se cumprimentassem a manhã.
Brenda corria pelo gramado, rindo, enquanto perseguia uma bola colorida que rolava pelo chão molhado do orvalho.
Cada passo dela despertava em mim um misto de alegria e responsabilidade, a consciência de que tudo que eu tinha reconstruído estava ali, diante dos meus olhos, em forma de sorrisos e risadas.
Clara surgiu na varanda com uma caneca de café fumegante nas mãos.
Seus olhos, ainda sonolentos, me encontraram, e ela sorriu, um sorriso carregado de ternura, desejo e cumplicidade.
Eu me levantei, deixando o caderno de lado, ainda que a inspiração estivesse presente, hoje era dia de viver o presente em vez de escrever sobre ele.
— Bom dia. Disse ela, aproximando-se e oferecendo-me a caneca.
— Dormiu bem?
— Como nunca