Consolidação e Novos Horizontes
O sol da manhã se espalhava pelo quintal com uma intensidade suave, refletindo nas folhas verdes das árvores e nos girassóis recém-plantados.
O céu estava claro, quase sem nuvens, e o ar fresco carregava o perfume da terra molhada e das flores.
Brenda corria pelo gramado, rindo, enquanto uma bola colorida quicava entre seus passos ágeis.
Cada risada da menina parecia ecoar na casa, trazendo vida e sentido para cada canto.
Eu a observava com um sorriso silencioso, sentindo que cada instante vivido ali era um pedaço do que construímos juntos, meu amor por Clara, nossa filha de coração, e o refúgio que chamávamos de lar.
Clara surgiu na varanda com a xícara de café ainda fumegante, os olhos brilhando enquanto me observava.
O vento brincava com alguns fios soltos do seu cabelo, e a forma como ela se movia, tão natural e cheia de graça, fazia meu peito apertar de um jeito bom, aquele aperto que mistura desejo e ternura.
— Bom dia! Disse ela, entregando