O dia já havia se arrastado por horas quando Júlia finalmente tomou coragem. Sentada na mesa da cozinha, mexendo uma xícara de café que já estava frio, ela abriu o celular. O brilho da tela iluminou seu rosto cansado. A respiração veio curta, quase um suspiro que não teve força suficiente para se completar.
Júlia: Gi… podemos conversar? Ainda hoje… por favor.
O tempo entre enviar e receber a resposta pareceu longo demais, mesmo que tenham sido apenas segundos.
Giovana: Claro. Restaurante do Par