Alana não conseguia acreditar que estivesse saindo daquela livraria ao lado de Dante Marroquín. Ele não parava de falar ao telefone, e ela não podia deixar de sentir pena da pessoa do outro lado da ligação, pois o senhor Marroquín estava realmente furioso; gritava como um louco, xingava e dizia que iria demitir alguém. Pobres funcionários daquele homem!, pensou. Já fazia cerca de dez minutos desde que haviam entrado no carro e não tinham avançado nada; o senhor Marroquín sequer havia ligado o m