A porta do restaurante se fechou atrás dele com um baque abafado. O ar noturno de Manhattan soprou frio contra o rosto de Giovanni, mas não foi o suficiente para esfriar o sangue fervente em suas veias.
Ele desceu com os degraus de pedra e, num gesto brusco, arrancou a gravata de seda do pescoço. Jogou-a no banco do passageiro assim que entrou no carro esportivo preto. Os dedos tremiam, a mandíbula estava travada. O volante sob suas mãos virou um alvo mudo de sua frustração.
— Maldita hora que