A semana passou como uma marcha silenciosa, ritmada e impiedosa.
Para o mundo, Giovanni Bianchi era inabalável. Um imperador no império de concreto e aço que construiu. De segunda a sexta, os dias se repetiam com precisão cirúrgica: reuniões, decisões, contratos. A empresa girava ao redor de sua presença como um sistema solar obediente a um único sol sombrio.
Vestia-se sempre da mesma forma: ternos escuros, alfaiataria impecável, sapatos italianos tão silenciosos quanto seu andar. Chegava antes