O táxi parou em frente ao prédio simples onde Blanca e Hanna viviam. Sophia pagou a corrida, agradecendo com um sorriso forçado, e saiu do carro abraçando o próprio corpo contra o vento frio da noite. Cada passo até a porta da frente parecia pesar uma tonelada.
Ao entrar, o cheiro familiar de casa, de amor, a envolveu como um cobertor, mas não foi suficiente para aquecer a solidão que se enraizava dentro dela.
— Filha? — a voz doce de Blanca ecoou da cozinha.
Sophia forçou um sorriso e caminhou