Do outro lado da linha, um silêncio profundo.
Eu temia que, ao ouvir o meu nome, Bruno ficasse desanimado, que ele não quisesse mais falar comigo.
Levantei-me e caminhei até Gisele.
— Eu falo com ele.
Estendi a mão em direção ao celular de Gisele.
Ela me olhou por um momento e, com um gesto suave, se despediu de Bruno.
— Irmão, vou passar o celular para a Ana, vocês podem conversar.
O coração de Bruno disparou, descompassado, ao saber que Ana queria falar com ele.
Ele até tentou sorrir, forçando