O celular foi atendido rapidamente, e o som de espera foi substituído por uma voz masculina profunda e agradável.
— Gisele, como está?
Já fazia mais de um mês que eu não ouvia sua voz, mas a emoção presente nela foi transmitida com clareza.
A voz de Bruno estava apressada, cheia de preocupação. Era fácil perceber o quanto ele estava nervoso com sua queridinha irmã.
Gisele riu, e o sorriso dela parecia radiante. Eu, de alguma forma, achei aquilo um tanto irritante.
Quando Bruno falava comigo, sua