O corpo de Bruno tremia incontrolavelmente, e eu tentei levantá-lo do chão, mas minha força era insuficiente.
Ajoelhei-me na sua frente, e com as mãos delicadamente segurei seu rosto.
— Não chore mais, tudo isso já passou.
Bruno pressionou levemente com as mãos, e, num movimento instintivo, fechei os olhos. Perdi o equilíbrio e caí diretamente em seu abraço.
Senti uma dor intensa atrás da orelha, e Bruno mordeu meu lóbulos, passando a língua suavemente, como se quisesse sugar o meu sangue, mas a