Eu estava com o saco de Bruno nas mãos, e não sabia o que fazer com ele nem podia pegar nem podia largar.
O copo estava firme em minha mão, e, quando fui abrir a boca, até minha voz falhou.
— Bruno, não precisa encher até a borda... — Forcei-me a controlar a vergonha, apontando para o que estava escrito no rótulo da garrafinha. — Aqui está escrito que a quantidade de uma vez é o suficiente.
— Como você sabe que não vou encher a quantidade certa?
Fiquei tão surpresa que os pelos do meu corpo se a