Ele tirou as roupas, mantendo os olhos fixos em mim o tempo todo. Agarrou meu cabelo, fazendo um gesto para que eu me levantasse, com uma força quase dolorosa.
— Eu posso andar. — Disse, não gostando da pressão no meu cabelo.
— Eu sei disso, mas gosto mais assim. — Disse ele e me jogou na cama. — Agora se curve, com sua bunda para o alto.
Eu fiquei vermelha.
Era um desafio, um que ele acreditava que eu recusaria. Desta vez, não recusaria. Lentamente, me posicionei. As mãos dele desceram pelas mi