Aquilo me pareceu surreal, o sangue nos lençóis, o corpo, Alexander. Eu não conseguia processar nada daquilo.
— Não! — Eu gritei.
Menina tola, tão tola.
Eu o segurei.
— Você não pode morrer, por favor, você não pode morrer. Eu estou aqui. Olhe para mim. Abra os olhos, merda!
Eu nunca tinha me sentido tão assustada, nem quando recebi a notícia de que meu pai tinha falecido.
Logo, eu ouvi passos se aproximando. A porta ainda estava aberta. Eles estavam vindo procurar a origem do barulho. Eu nem ti