— Deve haver outra maneira de o curar. — Insisti.
— Não há outra maneira. É isto ou ele morre. Nós não temos muito tempo. Se você recusar minha oferta, eu não serei generosa o bastante para a conceder uma segunda vez. Você terá de o ver morrer, sabendo que tinha o poder de o salvar, mas se recusou.
Eu contive o soluço que ameaçava escapar dos meus lábios. Eles não me veriam chorar, muito menos a mulher que matou meus pais.
— Você quer uma marionete, alguém que possa controlar.
— Eu só tenho um p