Capítulo 112

• LYA •

​No exato momento em que a palma da mão do Lourenzo se moldou à curva da minha barriga, a fortaleza inquebrável que eu andava a construir há quatro meses ruiu por completo.

​Fechei os olhos e deixei a cabeça cair para trás na almofada. Um soluço alto escapou-me da garganta, e eu desabei a chorar. Já não era o choro de pânico de há uns minutos, era o choro desesperado de quem, finalmente, parou de fugir.

​O Lourenzo não hesitou. Subiu para a beira da cama, contornando com
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