Mundo ficciónIniciar sesiónRecuei um passo do balcão. Depois outro. As pernas pareciam feitas de chumbo, incapazes de suportar o peso da revelação que tinha acabado de me esmagar.
— Señor? Está a sentir-se bem? Quer que eu chame alguém para o acompanhar ao quarto 312? — perguntou a enfermeira, a sua voz a soar abafada, como se eu estivesse debaixo de água.Não respondi. Girei sobre os calcanhares e caminhei de forma quase robótica até às portas automáticas das urgências. O ar gélido da madrugada catalã bateu






