Mundo ficciónIniciar sesiónA manhã de dia um de Janeiro nasceu com um sol de inverno frio, mas de uma clareza cortante sobre a cidade de Lisboa. A luz entrava pelas grandes janelas do apartamento do Lourenzo, banhando o quarto num dourado tranquilo que contrastava com a escuridão da noite anterior.
Acordei com o cheiro a café acabado de fazer e a lençóis lavados. Estiquei o braço, sentindo o lado do Lourenzo vazio, mas o som abafado da voz dele na sala indicava que ele já estava de pé há algum tempo. Espreguicei-me






