Mundo de ficçãoIniciar sessãoRavena Almeida está no último período de Direito e carrega o objetivo de melhorar a vida. Virgem, nunca namorou e vinda de uma família simples, ela conquista um estágio na Bitencourt Advogados, a maior e mais poderosa firma de advocacia do país. O que deveria ser apenas uma oportunidade profissional logo se transforma em um turbilhão emocional. Michel Bitencourt, o jovem e implacável CEO, rejeita Ravena logo no início. Ele a humilha publicamente, cobra perfeição e parece fazer de tudo para afastá-la do escritório. Porém, quanto mais ele tenta ignorá-la, mais sua obsessão cresce. Olhares intensos, caronas inesperadas, ciúmes disfarçados de ordens e uma possessividade cada vez mais evidente revelam que o poderoso advogado não consegue mais controlar o desejo que sente pela estagiária tímida. Ravena, por sua vez, só quer aprender, crescer e garantir um futuro melhor para si e para a mãe. Não está preparada para o turbilhão que Michel desperta nela, nem para a intensidade com que ele a deseja. Enquanto a atração entre eles se torna impossível de esconder, novos obstáculos surgem. A tradicional e rica família de Michel rejeita veementemente a relação com uma garota de origem humilde, fazendo de tudo para separá-los. Ao mesmo tempo, uma ex-namorada do passado, disposta a reconquistar Michel, usa sua influência e segredos para destruir o que está nascendo. Em meio a festas da empresa, noites de trabalho até tarde, olhares carregados e toques proibidos, Ravena precisará decidir se vale a pena arriscar tudo, o emprego, a reputação e o coração, por ele, que as vezes é carinhoso e as vezes frio. Um romance proibido, intenso e cheio de poder. Entre a rejeição e a obsessão, entre a ambição e o amor, Ravena descobrirá até onde está disposta a ir para conquistar o homem que não deve desejar.
Ler maisEstou no último período de Direito e hoje é o dia da entrevista. Chego ao prédio alto no centro da cidade, subo até o último andar e a recepcionista me anuncia. Entro na sala ampla. Um homem alto, de terno escuro, está atrás de uma mesa de vidro. Ele se levanta quando me vê.
— Boa tarde. Você deve ser a candidata para a vaga de estagiária. Sou Michel Bitencourt, CEO da Bitencourt Advogados! — diz ele, estendendo a mão firme. Aperto sua mão. Meu coração acelera. Ele era bonito e de boa aparência. — Boa tarde, senhor Bitencourt. Muito prazer. Meu nome é... Sento na cadeira que ele indica. Ajusto meus óculos com os dedos trêmulos. Ele volta para o lugar e me observa por um segundo. — Vamos direto ao ponto. Aqui na Bitencourt Advogados somos o maior escritório de advocacia do país. Temos mais de quinhentos advogados espalhados em escritórios em São Paulo, Rio, Brasília e três capitais do Nordeste. Atendemos os maiores grupos econômicos, bancos internacionais, indústrias e fundos de investimento. Trabalhamos com direito societário, fusões e aquisições, tributário, contencioso de alta complexidade e arbitragem internacional. O ritmo aqui é forte. Não é lugar para quem quer horários tranquilos. Ele faz uma pausa e continua: — Nossos estagiários não ficam presos em tarefas simples. Participam de reuniões com clientes, preparam petições, revisam contratos e acompanham audiências. Exigimos dedicação total. Muitos dias você vai sair depois das oito da noite. Em troca, pagamos o melhor salário do mercado para estagiários e damos oportunidade real de efetivação. Mas só quem merece fica. Você acha que consegue acompanhar esse ritmo? Consigo, já lidei com coisa pior. Minhas mãos suam. Ajusto o óculos novamente e respiro fundo antes de responder. — Sim, senhor. Estou preparada para trabalhar com dedicação. No último ano estagiei em um escritório menor e consegui acompanhar prazos apertados. Ele assente e pergunta: — Me fale sobre suas notas na faculdade. Quais matérias você mais gosta? — Minhas notas estão acima da média. Gosto especialmente de Direito Empresarial e Tributário. Fiz monitoria em Tributário no ano passado. Michel Bitencourt cruza os braços e continua falando: — Ótimo. Na nossa área tributária estamos com vários processos grandes contra a Receita Federal. Você vai aprender na prática como negociar com fiscais e montar defesas sólidas. Também temos um departamento de compliance que atende empresas que precisam se ajustar às novas leis anticorrupção. O trabalho é exigente, mas você vai crescer rápido se for disciplinada. Tem alguma dúvida sobre a empresa? — Sim... Qual seria minha rotina inicial? — pergunto, com a voz um pouco baixa. — Nos primeiros dias você vai ficar com a equipe de societário. Vai ajudar na revisão de contratos e na preparação de atas de assembleias. Depois de um mês avaliamos seu desempenho e decidimos se você continua ou se muda de área. Estamos contratando agora porque temos dois grandes clientes novos que vão trazer bastante volume de trabalho. Ele me olha diretamente nos olhos. Fico ainda mais nervosa e ajusto o óculos outra vez. — Entendo. Estou disposta a aprender tudo o que for necessário. Michel Bitencourt fica em silêncio por alguns segundos, depois sorri de leve. — Gostei da sua postura. Você parece séria e preparada. Vou te contratar. Você começa amanhã às oito em ponto. A secretária vai te entregar o crachá, o contrato e explicar as regras internas, como uso de celular, sigilo e vestimenta. Não se atrase. Pisco, surpresa com a rapidez. — Amanhã? Obrigada, senhor Bitencourt. Estarei aqui no horário. — Ótimo. Bem-vinda à Bitencourt Advogados. Espero que você dure bastante tempo aqui. Levanto da cadeira com as pernas um pouco fracas. Meu coração ainda b**e forte enquanto saio da sala. Amanhã começo como estagiária do maior escritório de advocacia do país. Compro roupas semelhante das outras funcionárias, saias coladas e blusa social e calças, felizmente minha mãe me mandou um bom dinheiro para começar. Estou animada, vai dá certo.* Lívia Marcos estava pesado sobre mim, suado, a respiração dele batendo contra meu pescoço. Eu conseguia sentir o gozo dele escorrendo devagar entre as minhas coxas, misturado com o meu. A sensação era suja, íntima e viciante pra caralho. Passei as unhas leves pelas costas dele, descendo até a bunda, e apertei. — Ainda não acabou — murmurei, a voz rouca de tanto gemer. — Eu ainda te quero. Ele ergueu o rosto. Os olhos verdes estavam escuros, quase pretos. Vi o exato momento em que o desejo voltou a acender com força. — Você acabou de gozar escorrendo em mim — ele falou, a voz grave. — E já tá pedindo mais? — Sim. — Abri mais as pernas, sentindo o pau dele ainda semi-duro se mexer dentro de mim. — Me fode de novo. Dessa vez sem dó. Marcos soltou um som baixo na garganta, quase um rosnado, e me beijou com força. Não tinha mais a delicadeza de antes. A língua dele invadiu minha boca ao mesmo tempo em que o quadril dele puxava pra trás e enfava de novo de uma vez só. Eu já estava
* Marcos Eu segurei o olhar dela enquanto alinhava a cabeça do pau na entrada molhada. Não entrei de uma vez. Fiquei ali, só o suficiente pra sentir o calor dela me envolver pela primeira vez, o corpo já tremendo de antecipação. Com uma das mãos segurei o rosto de Lívia, o polegar acariciando a bochecha. A outra mão agarrou a coxa dela, abrindo um pouco mais. — Olha pra mim — pedi, a voz baixa e rouca. — Quero ver seu rosto enquanto eu entro. Ela assentiu, ofegante, os olhos presos nos meus. Empurrei devagar. A cabeça abriu caminho com uma resistência quente e apertada que me fez soltar o ar entre os dentes. Lívia arquejou, a boca se abrindo, as unhas cravando de leve no meu ombro. Eu parei na metade, deixando ela se acostumar, beijando a boca dela com carinho enquanto o pau latejava dentro dela. — Você é tão apertada… — murmurei contra os lábios dela. — Tão perfeita… — Continua… — ela pediu, a voz falha. — Quero você inteiro. Empurrei o resto do caminho, devagar, até estar com
* MarcosBeijei a boca dela mais uma vez, fundo, antes de segurar a cintura e a deitar com cuidado no sofá. O corpo dela afundou nos almofadas. Eu fiquei ajoelhado entre as pernas dela, olhando o corpo nu completamente exposto pela primeira vez. A pele quente, os seios subindo e descendo com a respiração ofegante, a umidade brilhando entre as coxas.Abri as pernas dela com as mãos, devagar, dando tempo. Ela não resistiu. Pelo contrário: abriu mais um pouco, o olhar preso no meu. Inclinei o rosto e comecei a beijar a parte interna da coxa direita, subindo devagar. Depois a esquerda. O cheiro dela estava mais forte ali. Doce e quente.Quando finalmente cheguei ao centro, passei a língua de leve de baixo pra cima, abrindo caminho. O gosto dela se espalhou na minha boca — limpo, levemente adocicado, viciante. Eu soltei um som baixo de aprovação contra a pele dela.— Você tem um gosto tão bom… — murmurei, antes de voltar a lamber com mais pressão.Lívia arquejou, a mão indo direto pro meu
* MarcosMinha mão subiu pelas costas dela até o fecho do sutiã. Parei ali, os dedos tocando o metal pequeno, e afastei o rosto só o suficiente pra olhar nos olhos dela.— Posso? — perguntei, a voz rouca.Lívia segurou meu olhar por um segundo e assentiu, ofegante.— Pode.Desfiz o fecho com cuidado. O sutiã afrouxou. Eu deslizei as alças pelos braços dela e tirei o tecido de vez, deixando-o cair no chão ao lado da blusa. O ar da sala tocou a pele descoberta. Eu baixei o olhar.Os seios dela eram redondos, firmes, do tamanho que cabiam perfeitamente nas minhas mãos. Os bicos estavam semi-duros, escuros contra a pele clara. Senti a boca secar.— São lindos — falei, sincero, quase num sussurro. — Sério, Lívia… lindos.Ela soltou uma risadinha nervosa, meio sem jeito, e tentou desviar o olhar. Eu segurei o queixo dela de leve e a fiz voltar a me encarar.— Não desvia. Eu quero que você veja o quanto eu gosto do que tô vendo.Inclinei o rosto e beijei primeiro a curva superior do seio dir





Último capítulo