Mundo ficciónIniciar sesión• LOURENZO •
Eu sempre me orgulhei do meu controlo. Passei décadas a treinar o meu rosto para não vacilar perante crises financeiras, traições de sócios ou a frieza cortante do meu pai. Mas, naquele momento, enquanto eu guiava o carro pelas ruas de Lisboa, o meu controlo era uma ilusão barata. As minhas mãos, que tinham assinado contratos de milhões sem tremer, estavam agora coladas ao volante, suadas e instáveis.Ao meu lado, a Lya arquejava. Cada vez que ela soltava um gemido abaf






