Mundo ficciónIniciar sesiónO som rítmico e distante do monitor cardíaco foi a primeira coisa que registei quando a neblina do sono começou a dissipar-se.
Abri os olhos devagar, habituando-me à claridade. O quarto 312 do Hospital Clínic já não estava mergulhado na penumbra da madrugada. Uma réstia de luz matinal, pálida e fria, entrava pelas frinchas das persianas, iluminando o pó que dançava no ar. O meu corpo ainda pesava, mas a dor de cabeça excruciante e a náusea constante que me tinham derrubado na noite ante






