Ele a toma com silêncio. E ela o ama sem se declarar.
A casa estava mergulhada no mais absoluto silêncio. Não o silêncio do incômodo, mas o tipo que vem depois da conexão, depois da entrega, depois do "nós" que ainda não se disse em voz alta, mas já pulsa.
Anyellen caminhava descalça pelo chão de madeira. A camisola de seda escorregava pelas coxas como se fosse feita de vento. Os cabelos presos em um coque frouxo, o olhar mais sereno do que ela mesma se permitia admitir.
Miguel estava parado n