CAPÍTULO 26
O aeroporto era um formigueiro de gente.

Gente correndo com mala maior que o corpo. Gente gritando no telefone. Gente dormindo em cadeira de plástico com a boca aberta. Eu nunca tinha pisado num lugar daqueles – nunca tive dinheiro para viajar, nunca tive motivo. Agora, na primeira vez, eu ia voar para outro estado com um foragido, um irmão doente, e um medo que crescia a cada passo.

Minhas mãos suavam.

Não um pouco. Muito. A ponto de eu ter que enxugar na calça a cada trinta segundos.

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