O quarto do Lucas estava iluminado pela luz suave do abajur.
Ele estava deitado na cama, os travesseiros amontoados atrás das costas, o rosto ainda pálido, mas os olhos mais vivos do que nos dias anteriores. O soro tinha sido retirado há algumas horas. A enfermeira disse que os efeitos colaterais da primeira sessão estavam diminuindo.
Mas eu ainda sentia medo.
Cada vez que ele fechava os olhos, meu coração apertava. Cada vez que ele tossia, eu segurava a respiração. A imagem dele vomitando, tre