O tratamento começou às 11h da manhã.
Às 11h15, Lucas já estava vomitando.
Não foi bonito. Não foi silencioso. Foi feio — aquela coisa violenta que sai do fundo do estômago, que sacode o corpo inteiro, que deixa o rosto pálido e os olhos marejados. A enfermeira correu com uma bacia. O médico ajustou os medicamentos. Eu segurei a mão dele.
— Isa... — ele gemeu, o corpo todo tremendo.
— Estou aqui.
— Tá doendo.
— Eu sei.
— Não aguento...
— Você vai aguentar. Você é forte.
Mentira. Eu não sabia se