A escuridão da noite se infiltrava pelas janelas da cobertura, apagando os contornos da cidade que se estendia lá embaixo, silenciosa e distante. Arthur permanecia sentado na poltrona de couro preto, os dedos entrelaçados, olhando fixamente para o copo de uísque que repousava sobre a mesa ao lado, intocado.
Era como se aquela bebida quente pudesse ajudar a dissipar o turbilhão que tomava conta de sua mente, mas ele sabia que não seria tão fácil.
O jantar daquela noite ainda estava gravado em su