A noite se arrastava com uma lentidão cruel.
Selena olhava pela janela, os olhos fixos na escuridão da floresta. Era como se a escuridão também estivesse dentro dela — espessa, densa, cheia de vozes que ela fingia não ouvir.
O travesseiro ainda guardava o cheiro dele. O silêncio gritava o nome dele.
Darian.
Ela tentou se convencer de que era cedo. Que ele voltaria. Que devia confiar.
Mas o medo... aquele medo antigo e persistente, voltava a sussurrar nos cantos da alma.
“Desde que el