O tempo passou, como sempre passa.
Mas naquela terra onde antes houve guerra, agora nasciam colheitas.
Onde houve dor, crianças brincavam sem medo.
E onde houve silêncio… havia gargalhadas.
O castelo, antes símbolo de poder e medo, tornara-se lar.
Salas antes vazias agora abrigavam canções.
Paredes frias, agora cobertas por desenhos de pequenas mãos e panos coloridos.
Até as sombras pareciam ter encontrado descanso.
O freixo, plantado com as últimas forças da esperança, agora se erguia alto, im